Oficializar a Libras e implementar educação bilíngue com Libras como língua de instrução e comunicação
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Oficializar a Libras e implementar educação bilíngue com Libras como língua de instrução e comunicação.
Governador(a)

A Justiça Eleitoral deferiu o registro da candidatura.
Ver fonte · verificada em 18 de setembro de 2026 às 10:25 ↗Rafael Ribeiro de Ávila
“Nasceu em 11 de setembro de 1984 e é natural de Minas Gerais. Disputa o governo de Minas Gerais pelo PSTU, com o número 16. No registro da candidatura, declarou à Justiça Eleitoral a ocupação de técnico de mineração, metalurgia e geologia e grau de instrução superior incompleto.”
Ficha do registro no TSE · conferir na fonte · política editorial
Seção I
Plataforma declarada, agrupada por tema. Fontes atribuídas em cada entrada.
Parte destas propostas foi resumida por IA a partir do plano de governo que o candidato registrou no TSE, sem revisão humana item a item. Cada entrada traz o link para o documento oficial — em caso de dúvida, ele é que vale.
Oficializar a Libras e implementar educação bilíngue com Libras como língua de instrução e comunicação.
Destinar 30% da arrecadação estadual à educação pública e ampliar os investimentos na UEMG e na Unimontes.
Reverter o leilão de 95 escolas e encerrar PPPs, organizações sociais, fundações privadas, terceirizações e outras formas de gestão privada da educação.
Universalizar a educação pública, garantir matrícula, realizar busca ativa de estudantes e zerar o déficit de creches.
Construir novas escolas conforme levantamento de demanda, reduzir o número de alunos por turma e ampliar vagas no ensino técnico.
Pagar o piso nacional do magistério, criar carreira única e plano de cargos e salários e contratar trabalhadores por concurso público.
Ampliar a gestão democrática por meio de conselhos escolares e eleger, pelos trabalhadores da educação, dirigentes da Secretaria Estadual e das superintendências regionais.
Garantir educação inclusiva, acessibilidade, atendimento educacional especializado, tecnologia assistiva e formação continuada dos professores.
Ampliar o acesso público à internet e fornecer equipamentos tecnológicos a estudantes e trabalhadores da educação.
Garantir merenda de qualidade, planejamento coletivo nas escolas, conteúdos curriculares equalizados e integração das redes de proteção a crianças e adolescentes vulneráveis.
Promover educação sexual laica e campanhas escolares contra machismo, estupro, feminicídio e agressões às mulheres.
Revogar o Novo Ensino Médio e a BNCC, encerrar a municipalização das escolas estaduais e rejeitar sistemas de avaliação baseados em meritocracia e contratos privados.
Legalizar o aborto.
Estatizar mineradoras, latifúndios, multinacionais do agronegócio, grandes redes varejistas e empresas estratégicas, submetendo-as ao controle de trabalhadores e conselhos populares.
Reverter as privatizações realizadas pelo governo Zema e reestatizar empresas de energia, saneamento, água, esgoto e infraestrutura.
Fortalecer bancos públicos de fomento, como o BDMG, para oferecer crédito barato a pequenos e médios empresários.
Suspender o pagamento da dívida estadual à União e aos bancos, realizar auditoria independente e substituir a Lei de Responsabilidade Fiscal por uma Lei de Responsabilidade Social.
Acabar com a Lei Kandir e com as isenções fiscais concedidas a grandes empresas, além de controlar o comércio exterior.
Substituir impostos sobre produtos por tributação progressiva sobre lucros, dividendos, renda e propriedade, com isenção do Imposto de Renda até dez salários mínimos e alíquota de 50% para os mais ricos.
Revisar os royalties do setor extrativo e elevar a CFEM para 10% do lucro bruto da mineração.
Criar empregos por meio de um plano estatal de obras públicas para habitação, saneamento, saúde, educação, cultura, estradas e metrôs.
Reduzir a jornada para seis horas diárias e 30 horas semanais, proibir demissões imotivadas e garantir estabilidade e direitos trabalhistas.
Pagar auxílio emergencial de um salário mínimo aos desempregados até a implantação do pleno emprego.
Expropriar, sem indenização, empresas beneficiadas por isenções fiscais que realizarem demissões ou mantiverem dívidas tributárias.
Realizar reforma agrária sem indenização, financiar a agricultura familiar e oferecer assistência técnica aos pequenos produtores.
Encerrar a gestão privada e a terceirização da saúde, estatizar hospitais filantrópicos e ampliar a rede física do SUS.
Garantir um SUS integralmente público, gratuito e com aumento real dos investimentos.
Valorizar as carreiras e os salários dos profissionais da saúde, aplicar o piso da enfermagem e estabelecer jornada semanal de 30 horas.
Extinguir comunidades terapêuticas e ampliar CAPS, CERSAMs, residências terapêuticas e centros de convivência conforme a política antimanicomial, sem internação compulsória.
Ampliar políticas para doenças crônicas, idosos, saúde bucal, urgência, emergência e saúde integral das mulheres, incluindo as especificidades das mulheres negras.
Realizar concursos, melhorar a estrutura da Fhemig e impedir sua privatização.
Ampliar a assistência farmacêutica e os investimentos na Farmácia de Minas e na Funed.
Criar conselhos populares de trabalhadores e usuários para controlar a prestação dos serviços estaduais de saúde.
Legalizar e descriminalizar as drogas, acompanhando a medida com campanhas e atendimento público aos usuários e familiares.
Disponibilizar gratuitamente contraceptivos nas unidades básicas de saúde, sem burocracia.
Ampliar e aplicar a Lei Maria da Penha, construir casas-abrigo e criar mais delegacias especializadas e centros integrados de atendimento às mulheres.
Qualificar os órgãos de segurança para atender mulheres vítimas de violência e ampliar a capacidade judicial de processar esses casos.
Garantir acolhimento e moradia emergencial para mulheres cis e trans vítimas de violência.
Criminalizar a LGBTfobia e implementar políticas de combate ao racismo, ao machismo, à xenofobia e às demais formas de opressão.
Acabar com os autos de resistência, combater a violência contra a juventude negra e rejeitar a redução da maioridade penal.
Impedir a criminalização dos movimentos sociais.
Proibir a mineração nas serras responsáveis pelo abastecimento de água da Grande Belo Horizonte e tombar a Serra do Curral.
Manter a Copasa integralmente estatal e adotar políticas sustentáveis para assegurar o abastecimento de água, inclusive durante estiagens.
Preservar nascentes urbanas, incentivar a captação de chuva e exigir recirculação de água pelas empresas.
Exigir que obras públicas e privadas favoreçam a infiltração da água e a recarga dos lençóis freáticos.
Fortalecer os órgãos ambientais, executar integralmente seus orçamentos, contratar fiscais e ampliar as áreas protegidas sob controle público e social.
Estabelecer normas de redução das emissões de carbono e expropriar empresas que as descumprirem.
Ampliar fontes limpas de energia, como a eólica, e subsidiar a instalação de painéis solares em imóveis.
Expropriar madeireiras responsáveis por queimadas na Amazônia e responsabilizar garimpeiros ilegais e grileiros.
Demarcar terras indígenas e titular terras quilombolas.
Seção II
Votações, patrimônio declarado e financiamento de campanha — fonte oficial TSE/Congresso.
Histórico de votações não disponível para este candidato.
Sincronização diária com a Câmara dos Deputados e o Senado Federal.
Expediente do perfil
Ficha de fonte oficial